TelmaTxr rated The Martian: 5 stars

The Martian by Andy Weir (The Martian, #1)
A mission to Mars.
A freak accident.
One man's struggle to survive.
Six days ago, astronaut Mark …
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A mission to Mars.
A freak accident.
One man's struggle to survive.
Six days ago, astronaut Mark …
Finalmente terminado. Há tanta coisa que eu não gosto neste livro que nem sei onde começar.
Nada a apontar em relação à escrita ou prosa. E por isso talvez merecesse 2 estrelas. Só que 1 estrela significa que não gostei e é isso o que sinto ao terminar este romance.
O livro parecia interessante, principalmente por ser um romance epistolar mas rapidamente perdi o interesse quando percebi que a perspectiva da correspondência era unilateral. E o personagem principal, o autor da maioria das cartas é um tipo tão beto, urbano e chato que incomoda. Um verdadeiro hipster. Ai que coisinha tão lamechas-pseudo-intelectual que acabei de ler. A sério, com tantas opiniões positivas de certeza que o problema com este livro fui eu mas achei-o um autêntico Margarida Rebelo Pinto no masculino.
Depois a temática: uma tragédia acontece e alguém "foge do mundo" para fazer o luto. É tão banal e …
Finalmente terminado. Há tanta coisa que eu não gosto neste livro que nem sei onde começar.
Nada a apontar em relação à escrita ou prosa. E por isso talvez merecesse 2 estrelas. Só que 1 estrela significa que não gostei e é isso o que sinto ao terminar este romance.
O livro parecia interessante, principalmente por ser um romance epistolar mas rapidamente perdi o interesse quando percebi que a perspectiva da correspondência era unilateral. E o personagem principal, o autor da maioria das cartas é um tipo tão beto, urbano e chato que incomoda. Um verdadeiro hipster. Ai que coisinha tão lamechas-pseudo-intelectual que acabei de ler. A sério, com tantas opiniões positivas de certeza que o problema com este livro fui eu mas achei-o um autêntico Margarida Rebelo Pinto no masculino.
Depois a temática: uma tragédia acontece e alguém "foge do mundo" para fazer o luto. É tão banal e desinteressante que nem sei explicar. Se tivesse sido escrito por uma mulher teria sido imediatamente rotulado de "livro de gaja" mas como o autor é um homem é "opá, aqui está uma análise profunda sobre a dor e a perda e o recuperar o amor à vida." Balelas! Há outras cartas, escritas por outros personagens, que soam todas ao mesmo. A voz do personagem não muda e isso significa, que por muito boa que seja a ortografia e gramática do autor, falta de talento. Esta é a minha opinião.
Podia ter desistido da leitura aos 30%, momento em que percebi os mistérios que a história continha mas continuei por teimosia e vontade de estar errada. Desejei que, de alguma forma, a história ia dar a volta e surpreender, largar o marasmo e ladainha em que tive enfiada durante mais de 200 páginas e dizer-me: "Vês?! Valeu a pena apostares num autor português desconhecido!". Só que isso não aconteceu.
Aliás, não deixei esta opinião em bruto como estava ontem, que escrevi quando terminei de o ler, porque acho que, apesar da nota negativa merecia uma opinião mais construtiva e menos impulsiva. Além disso a comunidade do Goodreads é uma aldeia e antes que esta estrela vire polémica, decidi elaborar um pouco mais nos "porquês". Assim, após reflectir um pouco sobre o assunto percebi que:
- Poderá ter sido o livro errado para o momento que estou agora a viver, que é feliz e excitante e longe de tristezas de mortes e outras perdas.
- Porque não acredito em fugir do mundo. Fugir dos amigos, da família, dos deveres. Acredito sim na incapacidade em lidar com eles naquele momento mas não na fuga como uma espécie cura.
- Porque foi uma fuga descomplicada: Uma pessoa com uma profissão de horários flexíveis e vida boémia, com dinheiro no banco, sem necessidade de regressar. Demasiado bom para ser verdade.
- Porque glorifica a vida boémia e demonstra um certo desprezo pelas profissões mais convencionais. Eu desprezo quem pensa assim. Não gosto, não entendo, não quero saber.
- Porque todos os envolvidos eram demasiado bons, principalmente o protagonista. Onde está o conflito, a raiva, o medo, o quebrar e revoltar-se contra a vida, contra o mundo, odiar tudo e todos e a sim mesmo também? Preferia mil vezes ter lido isso. Porque é no conflito e na resolução do mesmo que se constroem boas histórias. Mas pronto, lá está: isto nem foi bem uma história, foi apenas um narrar de eventos.
Deborah é uma rapariga judia que aprende as artes da bruxaria com a avó e vê-se obrigada a proteger a família, não só recorrendo às artes mágicas como também fugindo para a América.
Em 48 páginas temos todo um retrato da perseguição dos judeus na Polónia pelos Cossacos, no início do século, as crenças e características específicas judaicas (como por exemplo, a crença que nenhum objecto para o bebé deve entrar em casa antes de nascer) assim como as condições laborais no início do século nos EUA e o início do movimento sufragista.
Há todo um conjunto de calão e simbologia ligada à religião judaica a qual não entendo mas, todo o ambiente e escrita lembrou-me o realismo mágico.
O melhor: a escrita e o facto de retratar tão bem o universo feminino.
O pior: de ser apenas um conto e não um livro inteiro.

Ian McEwan: Expiacao (Portuguese language, 2002, Gradiva)
Atonement is a 2001 British metafiction novel written by Ian McEwan. Set in three time periods, 1935 England, Second World …
Demasiado longo, demasiado violento. Pouco FC. Pouco romance. Pobremente editado. Demasiadas cenas de discussão e violência sem desenvolvimento de personagens.
== Editado ==
Tentei lembrar-me porque é que adquiri este livro para ler. Do que eu me recordo o blog "Dear Author" tinha escrito uma opinião muito positiva sobre o livro e a escritora Jill Myles deixou uma opinião 5 estrelas aqui no Goodreads. Em ambos os casos são opiniões que valorizo.
Além disso, basta fazer um scroll pelas opiniões para perceber que as pessoas gostaram bastante do livro. Porquê? Não sei. Sinceramente qualquer livro ou filme que retrate escravatura e violência sexual sem qualquer finalidade excepto a do entretenimento, para mim é mau. Estarão as pessoas assim com tanta falta de sensibilidade para este tipo de violência que aceitam de bom grado ler algo por vezes tão repugnante, em troca de algum romance e aventura?
De qualquer forma, o …
Demasiado longo, demasiado violento. Pouco FC. Pouco romance. Pobremente editado. Demasiadas cenas de discussão e violência sem desenvolvimento de personagens.
== Editado ==
Tentei lembrar-me porque é que adquiri este livro para ler. Do que eu me recordo o blog "Dear Author" tinha escrito uma opinião muito positiva sobre o livro e a escritora Jill Myles deixou uma opinião 5 estrelas aqui no Goodreads. Em ambos os casos são opiniões que valorizo.
Além disso, basta fazer um scroll pelas opiniões para perceber que as pessoas gostaram bastante do livro. Porquê? Não sei. Sinceramente qualquer livro ou filme que retrate escravatura e violência sexual sem qualquer finalidade excepto a do entretenimento, para mim é mau. Estarão as pessoas assim com tanta falta de sensibilidade para este tipo de violência que aceitam de bom grado ler algo por vezes tão repugnante, em troca de algum romance e aventura?
De qualquer forma, o worldbuilding é bom e gostei muito das reflexões sobre a existência de Deus e a responsabilidade do homem nos actos que comete. Mas o resultado é no geral pobre e longo e mal produzido.
Fiquei com curiosidade zero em conhecer outros livros da autora e fica a lição que, até as sugestões de pessoas em cuja opinião confiamos, podem sair furadas.

The Alchemist (Portuguese: O Alquimista) is a novel by Brazilian author Paulo Coelho which was first published in 1988. Originally …

Given his lifetime assignment at the Ceremony of Twelve, Jonas becomes the receiver of memories shared by only one other …
"Big Brother is watching you" é a expressão que me vem à cabeça sempre que vejo câmaras de vigilância ou sempre que surge um novo debate sobre a perda de privacidade nos dias que correm.
Publicado em 1949, Mil Novecentos e Noventa e Quatro é o livro que dá origem a esta expressão e já estava há muito na minha lista "para ler". É considerado como um dos grandes livros do Séc. XX e ainda hoje (talvez mais do que nunca) actual e é daqueles livros que por isso mesmo me intimidam como leitora.
Gostei muito do livro, do conjunto de ideias apresentado (políticas, sociais), gostei de todo o conceito distópico e foi sem dúvida um livro que me deu muito para pensar. No entanto todo o ambiente sufocante e soturno, a prosa monótona e o meu pouco interesse no destino final das personagens, fez com que este livro acabasse …
"Big Brother is watching you" é a expressão que me vem à cabeça sempre que vejo câmaras de vigilância ou sempre que surge um novo debate sobre a perda de privacidade nos dias que correm.
Publicado em 1949, Mil Novecentos e Noventa e Quatro é o livro que dá origem a esta expressão e já estava há muito na minha lista "para ler". É considerado como um dos grandes livros do Séc. XX e ainda hoje (talvez mais do que nunca) actual e é daqueles livros que por isso mesmo me intimidam como leitora.
Gostei muito do livro, do conjunto de ideias apresentado (políticas, sociais), gostei de todo o conceito distópico e foi sem dúvida um livro que me deu muito para pensar. No entanto todo o ambiente sufocante e soturno, a prosa monótona e o meu pouco interesse no destino final das personagens, fez com que este livro acabasse por não ser um favorito meu.

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